
Talvez o sentido da aventura seja tão pessoal, que seja inclassificável. Mas há pontos em comum na grande maioria, como o confronto com nossos limites pessoais, a gana de sair do lugar-comum movidos pela expectativa do desconhecido, e a vontade de podermos contar as próprias histórias. Existem várias definições para aventura. Há uma que diz que “aventurar-se é partir”, vamos entender que não significa “partir” no sentido físico da palavra, mas sim, um estado de espírito. Muitos de nós quando chegam a um novo destino tendem a fazer comparações com o que ficou para trás, na origem. Ora, comparar é voltar, é se deixar levar para o que já se conhece, o que não combina com este momento, pois em uma aventura devemos nos desprender de tudo e estarmos atentos, de olhos bem abertos para o novo.
Em uma aventura não devemos ficar presos a conceitos de melhor ou pior, e sim, termos em mente o conceito do diferente. Devemos curtir cada diversidade como única, deixarmos para trás todas as nossas referências e desfrutarmos do local onde nos encontramos em sua totalidade, sem paradigmas. Mas para tudo isso ser aproveitado da maneira certa, é preciso, em primeiro lugar, estarmos felizes com nós mesmos, aceitarmos todas as emoções de forma plena, vivenciando a experiência em todos os detalhes. Por isso, ao aventurar-se seja levado pelo momento, chore se tiver vontade, grite quando quiser, abrace o novo com toda disposição, sabedoria e sensibilidade. E enfim, retornando para sua casa, o aventureiro da vida moderna trará em sua bagagem todas as imagens, lembranças e emoções vividas, tornando-se novas histórias a serem divididas com os curiosos expectadores. Os destinos podem ser os mesmos, mas cada um faz sua descoberta particular através do seu próprio olhar, fazendo a aventura valer a pena.
Em uma aventura não devemos ficar presos a conceitos de melhor ou pior, e sim, termos em mente o conceito do diferente. Devemos curtir cada diversidade como única, deixarmos para trás todas as nossas referências e desfrutarmos do local onde nos encontramos em sua totalidade, sem paradigmas. Mas para tudo isso ser aproveitado da maneira certa, é preciso, em primeiro lugar, estarmos felizes com nós mesmos, aceitarmos todas as emoções de forma plena, vivenciando a experiência em todos os detalhes. Por isso, ao aventurar-se seja levado pelo momento, chore se tiver vontade, grite quando quiser, abrace o novo com toda disposição, sabedoria e sensibilidade. E enfim, retornando para sua casa, o aventureiro da vida moderna trará em sua bagagem todas as imagens, lembranças e emoções vividas, tornando-se novas histórias a serem divididas com os curiosos expectadores. Os destinos podem ser os mesmos, mas cada um faz sua descoberta particular através do seu próprio olhar, fazendo a aventura valer a pena.
Fonte: www.motoflashbrasil.com.br
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