terça-feira, 29 de novembro de 2011

MOTOCICLISTA OU MOTOQUEIRO?


Entrando um pouco nesta seara e retirando o meu diploma de pedagogo do armário vamos dar uma de professor Pasquali ;-)))

motociclista (substantivo)
mo.to.ci.clis.ta
s m+f (moto5+ciclo2+ista) Pessoa que conduz uma motocicleta.

motoqueiro (adjetivo)
mo.to.quei.ro
adj+sm (motoca+eiro) gír Diz-se do, ou o que anda de motocicleta.

substantivo
subs.tan.ti.vo
adj (lat substantivu) Designativo da palavra que, exclusivamente e sem auxílio de outra, designa a substância; que designa um ser real ou metafísico.

adjetivo
ad.je.ti.vo
adj (lat adjectivu) Palavra que se ajunta a um substantivo para descrever-lhe uma ou mais qualidades.

Desta forma temos uma mesma palavra primária (moto ou motoca) seguida de sufixos nominais cuja finlidade é diferenciá-las.

sufixo
su.fi.xo
(cs)sm (lat suffixu) Gram Partícula que se junta pospositivamente aos temasdas palavras primitivas, ou já derivadas, para formar outras porderivação.

sufixo nominal: aquele responsável pela formação de nome (substantivo ou adjetivo): pad-eiro, favel-ado.

-ista (partidário ou sectário de doutrina, sistema, teoria, principio,agente, ocupação, origem = socialista, capitalista, comunista,simbolista, realista, anarquista, dentista, artista, pianista, budista,paulista, sulista, nortista).

-aria, -eiro(a) (atividade,estabelecimento comercial, coleção = pizzaria, padaria, estrebaria,tesouraria, livraria, pedraria, bruxaria, livreiro, galinheiro,caseira).


Ou seja: motociclista é aquele que usa a moto por princípio, por vontade própria, por gosto ou prazer, para seu lazer e o motoqueiro é aquele que utiliza a moto como atividade comercial, para o trabalho. Ninguém é "ipso facto" motociclista ou motoqueiro: ele está motociclista ou motoqueiro dependendo da situação (por lazer ou a trabalho).

Desta forma quem possui uma moto adquirida para lazer (as shinerays) é,por definição, um motociclista. Ele pode ser um motociclista educado ou mal educado, mas será um motociclista. Se a adquiriu para o trabalho ele é um motoqueiro educado ou não. O uso destes termos de forma pejorativa é um contra senso e no mínimo demonstra algum deconhecimento da nossa lingua.

Vamos respeitar os amigos motoqueiros (motoboys, mototaxistas, etc) e tentar provê-los de mais educação no trânsito. Vamos fazer uma campanha contra o uso daquele famigerado pet escrito "MOTOQUEIRO É A PQP".... lembre-se que se vc tem uma moto e a utiliza não apenas para o lazer (motociclismo) mas também como transporte de carga ou mesmo para seu deslocamento para o trabalho então voce também é um motoqueiro... paremos, pensemos e meditemos.... sejamos menos preconceituosos e agreguemos ao nosso meio sem pudor aqueles que sacrificam-se em seu dia-a-dia para ter este objeto de cobiça e de prazer que é sinônimo de liberdade e que se chama MOTOCICLETA.

amicus certus in re incerta cernitur : O amigo certo se manifesta na ocasião incerta.

Autor: Marcos Vinicius Tavares Oliveira


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

COMO SE CONTA UMA HISTÓRIA?


Caros amigos, companheiros de jornada, usuários de veículos de duas rodas, gente diversa e versada em discutir sobre como desfrutar da motocicleta, das viagens e dos relacionamentos em grupo, estejamos bem.

Nesse tempo todo que escrevo para a internet, ainda não tinha absorvido missão tão importante quanto contar a história do nascimento de um grupo. Como pertencente a ele tenho uma visão, como estudante de sociologia tenho outras, no plural mesmo. Dai é que começam as complicações.

Falando apenas como cientista a conversa ficaria muito chata. Como componente deste mesmo grupo, a emoção tornaria o texto muito visceral. E por isso, vou tentar misturar os dois seres que há em mim, e talvez com os recursos de um e de outro eu consiga me aproximar do que aconteceu de fato.

Éramos uma facção, e quando digo “éramos” estou me inserindo no discurso propositalmente, porque a história de certo modo também é minha ou, ao menos, faz parte da minha vida agora. Pensava eu que, para me integrar eu tinha que modificar meu modo de vida e virar motociclista. Mas o que é ser motociclista e quando você se torna um? Se você não sabe a resposta é muito provável que não seja um.

Mas eu li muitos textos diferentes sobre moto clubes e não conseguia encaixá-los em nenhum: nem mesmo na literatura francesa de onde tiro a raiz acadêmica para meu futuro e tão sonhado artigo. E como os moto clubes têm origem diversa, gangues, amigos de infância, ciclistas, militares e ex-militares resta-me um problema: qual exatamente é a origem dos moto clubes brasileiros e mais exatamente, em que momento e de que forma nasce o Brokk MC?


Sobre os moto clubes brasileiros, acredito que a literatura jornalística ainda vai me dar a resposta. Só preciso encontrar quem foi o primeiro a escrever sobre esse grupo social. Com relação ao grupo ao qual pertenço, esse sim, eu vi o parto.

Afirmo do alto do meu posto de próspero-colaborador: aqueles homens iriam se encontrar nessa vida de qualquer maneira, por que cada emoção ao longo desse ano que os acompanho foi compartilhada e a vida não ia deixar que esse encontro não acontecesse. Frase que você vai ouvir assim como eu ouvi ao encontrá-los a primeira vez, caso pergunte como entrar no grupo: “você assiste as reuniões, conhece os outros amigos-irmãos e tenha certeza que se você não se adequar não vai querer ficar conosco”. Simples assim.

Essa situação me foi diversas vezes mostrada, mas vou me ater apenas a gênese. Embora o brasão seja o símbolo de pertencimento dos componentes do grupo, a mudança de brasão não representou em nenhum momento uma crise de identidade, apenas tinha chegado a hora certa de fazer uso da lealdade e confiança intrínsecas a nosso grupo. Não identificávamos em nós mesmos a unidade e maturidade do grupo, pensamos e agimos em grupo, e sabemos que fazemos bem um ao outro. O Brokk nasce quando a dor de um se torna a dor do grupo, antes mesmo de qualquer símbolo, antes da criação de uma bandeira, antes da boca dizer o que o resto do corpo já exibia.

A criação do brasão de qualquer moto clube é cercada de simbologia, e com o Brokk não seria diferente. Mas o fato é que o moto clube, a irmandade de fato, já estava formada antes da criação do símbolo que irá identificá-los durante toda a existência do grupo. Então, não foram algumas pessoas com boas energias que se reuniram e decidiram se representar através de uma entidade, mas uma entidade que surgiu do encontro se algumas pessoas e que foi se moldando, livre de qualquer representação, mas ainda assim foi escolhido um símbolo para apresentá-los e identificá-los.

A única explicação que posso dar é que: há uma certeza do que cada um do grupo quer realizar, em grupo ou sozinho. Isso é maturidade. E também que não há um momento exato onde o moto clube surgiu, apenas as pessoas foram se encontrando e se combinando e demonstrando que a amizade estava mas profunda a cada dia.

Que o deus Odin, nos guie nessa jornada de coesão e demonstração de amizade.



Joel Gomes – acadêmico das ciências sociais, motociclista, colaborador e próspero do Brokk MC

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CORREDOR OU "MORREDOR"?


Há pouco tempo circulou pelos fóruns motociclísticos um vídeo de um cara "apavorando" nos corredores de uma avenida na Rússia. Não sei se é o mesmo sujeito, mas dessa vez não deu certo. Por sinal, esse é o problema de desprezar a segurança ao andar de moto: as vezes dá certo e o cara se anima, mas em algum momento não vai dar certo.

E a questão não tem nada a ver com a sua habilidade de pilotagem. Se encontrar com um motorista distraído como o do vídeo, não tem habilidade que resolva.

Corredor sempre é perigoso; em alta velocidade como o cidadão estava vira um "morredor". Repare no tempo que a moto demora para parar depois de cair.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

VIAJAR A NOITE


Ninguém mais recomenda se viajar de motocicleta à noite. Realmente, além de não termos uma paisagem para apreciar, nossa profundidade de visão fica reduzida ao alcance do farol da moto e, para piorar, ainda somos ofuscados pelos faróis altos, ou desregulados, que vêm em sentido contrário. Isso sem falar no quesito insegurança, relativo a assaltos que são comuns em certas regiões, bem como a dificuldade de ajuda em caso de panes.

Mas, e se por alguma razão tivermos de rodar à noite? Sim, muitas vezes um atraso não previsto pode nos obrigar a rodar trechos noturnos para chegar na localidade planejada. E se estamos retornando de viagem e anoitece perto de casa?, digamos, cerca de 100/200km para o fim da viagem?

Por estas e outras razões, mesmo não planejando rodar à noite. Devemos estar sempre preparados para tal.

Em primeiro lugar ilumine bem a traseira da moto usando adesivos refletivos onde puder, nas malas laterais, bauleto, paralama, capacete, etc. Apenas a luz traseira da moto não será suficiente para ser visto no meio de tráfego intenso e pesado à noite. Em muitos modêlos de motocicleta faltam "olhos de gato" nas laterais. Corrija esta falha colocando adesivos refletivos em locais estratégicos nas laterais de sua máquina.

As providências acima não se limitam apenas para viagem noturna. Use-as sempre.

Em segundo lugar, procure um "limpa-trilho", isto é, procure algum veículo que esteja rodando numa velocidade compatível com a sua segurança e mantenha-se cerca de 100/200m atrás. Ele será sua linha de frente na "guerra dos faróis" e sua luz de freio sinalizará obstáculos, ou animais na pista, a tempo de você reduzir a velocidade e ficar atento ao que vem à frente.

Por fim, se tiver mesmo que rodar à noite, espere que a noite se faça. Pare para descansar no momento em que o sol desaparece e só reinicie a viagem cerca de uma hora depois, ao fim do lusco-fusco, aquele momento em que nossa visão ainda não se acostumou com a falta da luz do sol, momento em que o farol parece não iluminar nada à nossa frente.

Aproveite este tempo para checar a moto, a bagagem, para limpar cuidadosamente a viseira do capacete e todo o sistema ótico da motocicleta: farol, luz traseira, pisca e refletivos, pois a sujeira acumulada durante a viagem pode reduzir sua eficiência.

Evidente que, além do óbvio que o farol da moto deva estar bem regulado para a carga da motocicleta, a velocidade deve ser bem mais cautelosa do que a de durante o dia. Acho que nem precisava dizer isso... Boa viagem!

Escrevinhei o texto e publiquei no meu site (www.historiasdemotocicleta.com.br), porém, meu objetivo é que as dicas e lembretes que preparei estejam ao alcance do maior número de amantes das duas rodas possível.

Aquele Abraço!

Luiz Almeida


Fonte: www.historiasdemotocicleta.com.br

domingo, 20 de novembro de 2011

SOMOS TODOS CRIANÇAS

Somos crianças (quero um brinquedo desses)


A blogueira Dilmara Santos disse que lembrou do amigo Youssef em sua viagem pela Itália ao ver uma Guzzi. Na sua volta ela escreveu o texto abaixo que o grande multiplicador de informação Youssef agradecido reproduzio em seu blog, e eu claro trago pra vocês lerem também.


Todo motociclista é no fundo uma criança.

Como as crianças nós não temos medo do perigo. Todos dizem para nós o quanto é perigoso andar de moto, que na moto o pára-choque é nossa cabeça e toda aquela ladainha que ouvimos de nossas mães, porque assim como crianças somente aprendemos esse tipo de lição quando nos machucamos bem feio.

Gostamos de nossas motos como crianças que amam seu brinquedo preferido: ela pode ser feia, velha ou esquisita, mas para nossos olhos nossas motos são maravilhosas, temos ciúmes delas, raramente a emprestamos pra alguém. Estamos sempre cuidando e enfeitando, gastamos nosso dinheiro com ela. Cuidamos de nossas motos com mais estima do que de qualquer outro bem que possuímos porque aos nossos olhos nossas motos são companheiras e em duas rodas é a melhor forma de irmos para qualquer lugar, seja ele qual for.

Quando encontramos outro motociclista que não conhecemos costumamos tratá-lo bem, alguns chegam a chamar de irmão só pelo fato de vermos nele a mesma paixão, sem se importar com sua classe social. Se ele está ao nosso lado nem questionamos seu caráter, o que nos torna por diversas vezes ingênuos em relação a algumas amizades que adquirimos pelas estradas da vida.

Somos tão crianças que muitos de nós tomamos atitudes infantis porque confiamos demais em suas motos: viajamos a noite, bebemos e pilotamos e muitas vezes corremos mais do que precisamos porque acreditamos que com nossas motos somos invencíveis.

E tem ainda os que se intitulam ‘‘maus’’ e se organizam em seus próprios grupos com a intenção de se sentirem partes de alguma ‘‘organização especial’’, alguns se auto-intitulam como 1%.

Somos tão crianças que as próprias crianças se encantam conosco quando nós passamos ao lado delas.

O fato é que todos nós motociclistas somos no fundo crianças que cresceram.
Mas, por favor, nos deixem continuar sendo crianças, porque assim somos mais felizes.


Fonte: www.blog-do-tiozao.blogspot.com

sábado, 19 de novembro de 2011

HARLEY vs HONDA CBR 1000 RR FIREBLADE

A Harley do Hildo vs a Honda CBR 1000RR Fireblade

Esse vídeo mostra que no mundo do motociclismo tudo é possível. Ou de que não há uma verdade absoluta e assim você nunca deixa de se surpreender.

Aqui mostra uma pequena race entre Hildo, o proprietário e construtor, de uma velha Harley Chopper Ratbike 25 anos e o proprietário de uma Honda CBR1000RR 170hp + Fireblade.

O piloto da Honda, tem uma considerável experiência de corrida, pelo menos é o que ele quis entender. Já o Hildo, bem, ele está curtindo a sua Harley. Vocês vão se surpreender com o que essa Harley caindo aos pedaços pode fazer. Divirtam-se!




quinta-feira, 17 de novembro de 2011

QUANDO A MODA DITA A IDENTIDADE



Sempre rebuscando na memória e na história, e diante da facilidade da internet, sempre me deparo com textos, posts, murais, e comunidades dedicadas ao que deveria ser uma indentidade, seja ele grupo, mc, comunidade, lista, etc... De imediato me vem a lembrança de como era e de como mudou.

Final da decada de 60, as identidades eram as condições que um grupo tinha, onde caracteristicas comuns se agrupavam. Não dependia-se de uma marca de moto e menos ainda de um modelo. Não era importante que a moto fosse um 1450 ou uma 115....desde que seus pilotos tivessem alguns pontos comuns, entre eles a confiabilidade, lealdade e gostos.

Claro que a virtualidade estava longe sequer de ser imaginada, então tudo era real, visivel de fato.

Um grupo se distinguia pela direção que seus membros seguiam..independente aqui, se certos ou errados.

Não havia uma uniformização, onde todos deveriam usar um colete preto, ou um macacão colorido, botas x ou y, luvas dessa ou daquela, enfim, cada um usava a liberdade plena de estar como gostava, como sentia-se bem. Os conceitos que os uniam era superior a tudo. A importancia e o valor eram medidos pela maxima da lealdade entre os membros, de tal forma, que qualquer um colocava a vida nas mãos do outro, sem o menor temor.

Com o passar dos anos, a inversão dos valores, as mudanças de habitos, novos caminhos foram sendo codificados e os então neo motociclistas, usufruindo ja de uma variedade de marcas e modelos, principalmente de modelos, começam a caminhar com os passos do egocentrismo, onde oculto entre as vontades, estavam a de competir com qualquer outro que tivesse sobre duas rodas...

E começaram as formções de grupos, onde os principios basicos ja não contavam tanto, voltados mais a serem vistos, do que compartilharem entre si. Começa então a uniformização dos mcs, com parâmetros de beleza e de conduta. A liberdade de cada um ja pouco valia, pois havia algo que queriam mostrar a quem os vissem, e era o conjunto.

Finalmente, passada essa fase intermediária, surge o advento da virtualidade, e com a internet inicia o golpe fatal a todos os resquícios de princípios originais que ainda eram seguidos, alterando de vez , os rumos da historia. Surgem o primeiros grupos virtuais ja sem nenhuma identidade, surgidos de um teclado em algum lugar, até pelo fato de serem completos desconhecidos. E surgem até mcs virtuais, completamente fora de qualquer contexto da historia motociclistica. Para justificar, começam o grupos por marcas e modelos de motos, como se dessa forma uma identidade lhes fosse dada.

Convenhamos que então,que o que fazia a união dos primeiros grupos, ja se torna materia desconhecida, onde o que importa é o modelo ou a marca da maquina. Se conhece ou não o outro membro, é menos importante. O que importa é que o outro tem uma maquina igual a minha.

E o tempo vai passando, e quando se percebe, ja nem as marcas ou modelos importam mais. Um grupo de uma marca x, tem marcas n, z e c, e muitos deles, nenhum sequer daquele que da nome ao grupo.

A historia ficou para traz, os principios ficaram para traz, a cumplicidade existente no inicio, fica para traz, o orgulho de um brasão que conta uma vida, torna-se desconhecido e da lugar a desenhos rabiscados como se brasão fossem, e nos escondem-se atras de telas de monitores e teclados, na vã tentativa de preservar algo perdido ou ter a sensação de que fazem parte de uma espécie extinta.

A inversão dos tempos nos atingiu , e onde a identidade ditava a moda, passa a moda a ditar a identidade, sem identidade.




Fonte: www.blackhorsebr.blogspot.com

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

THE SAILOR


The Sailor: bar inspirado em tatuador é voltado para os fãs de rock

Pin-ups, âncoras, navios e outros motivos marítimos. Qualquer referência ao trabalho do famoso tatuador Sailor Jerry não é mera coincidência. Com ambiente que imita o interior de um navio, o pub The Sailor tem forte inspiração no artista e quer agitar a região da Avenida Faria Lima a partir desta ultima quinta (10), quando foi aberto ao público.

Leo Sanchez e Eduardo Papel, dois dos detentores da marca Pacha na América Latina, se juntam a Ramsés Rodrigues e Roberto Ruiz como sócios da empreitada. A casa abre de terça a domingo, com atrações como shows acústicos, DJs e até apresentações burlescas – que só começam a partir de janeiro.

Figuram no cardápio cervejas como a belga Leffe e a alemã Franziskaner (ambas sairão por R$ 16,50 a garrafa long neck). Os drinques têm nomes criativos. A categoria “Tripirinhas Rock n’Roll” reúne sugestões como Coldplay (feito com rum, cachaça ou saquê e jabuticaba, lichia e limão) e Strokes (com um destilado à escolha, uva verde, manjericão e gengibre). Qualquer um deles sairá por R$ 25.

Entre os aperitivos, além do “fish and chips”, tradicional prato servido em pubs composto por tiras de pescada branca acompanhadas por chips de batata (R$ 29), haverá porções como a Olivia Palito, com tomatinhos e minimussarelas de búfala espetados no palito e servidos com molho de manjericão (R$ 25,50).
Às terças e quartas, bandas nacionais vão interpretar repertório internacional acústico. Às quintas, sextas e sábados também haverá bandas, mas plugadas em amplificadores. O residente da casa é o DJ Marcinho, que receberá convidados de terça a sábado, tocando músicas que vão do rock ao pop.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

COMO NÃO PILOTAR UMA SCOOTER!



Bom inicio de semana a todos, e um ótimo feriado!
Mais tenham cuidado ao cruzar com esse cara aí do video!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011